
capítulo 2 finalmente \o
espero que isso não esteja ficando viagem demais xD
boa leitura ^^
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capítulo 2
Sakura abriu os olhos e se deparou com a escuridão de sempre. Com a mão direita empurrou aquela madeira escura, revelando o quarto ao seu redor. Sentou-se, e a primeira coisa que fez foi tirar um dos pés para fora daquele caixão onde estava, examinando o local como sempre fazia. Levantou-se num impulso e olhou para o caixão negro que jazia ao lado do seu, aberto e vazio. Passou as mãos pelos cabelos, procurou algo para vestir, e sentou-se na cama que existia ali, um tanto afastada dos caixões. Tinha se acostumado a dormir nela, já que o apartamento ficava no subsolo mesmo, mas na noite anterior Hyde havia simplesmente chegado, se alimentado, e se enfiado dentro de seu caixão, então resolveu fazer o mesmo.
Vestiu roupas leves e negras e calçou simples chinelos, já que não iria a nenhum lugar até encontrar o loiro. Saiu do quarto, deparando-se com aquele outro quarto gigantesco, cheio de caixões enfileirados, quase todos abertos e vazios. Sorriu ao pensar que ele e Hyde eram os mais velhos e poderosos ali, e que isso tinha seus privilégios, como um quarto separado. Todos os vampiros de seu clã que pertenciam à seita da Camarilla estavam concentrados ali. Não eram muitos, mas eram mais que o suficiente.
Contornou os caixões e foi para a sala, onde encontrou alguns dos outros conversando, todos vestidos de preto, e todos se calaram quando ele passou. Passou pelo ambiente pesado e quase vazio de móveis, exceto por quatro grandes sofás e alguns armários, e foi andando de cômodo em cômodo, por todo o lugar, até que desistiu de procurar o Takarai sozinho. Voltou para a sala, e três dos seus colegas ainda estavam lá.
- Algum de vocês viu o Hyde? - ele perguntou, e os três o miraram no mesmo instante.
- Ele saiu há uma meia hora, assim que escureceu. - respondeu o mais alto deles, em pé ao lado do sofá - Disse que precisava ficar lá fora.
O Yasunori passou as mãos pelo rosto e agradeceu, então voltou para o quarto. Vestiu sua capa negra de costume, calçou um par de sapatos pesados e saiu novamente. Cruzou o apartamento e abriu a porta da frente, para subir uma longa escadaria que o levou até uma outra porta de madeira. Passou por ela, vendo-se no porão de um grande estabelecimento. Sorriu. Aquele era um de seus orgulhos, ter construído um bar tão grande e de tanto sucesso, apenas como fachada para o esconderijo de seu clã. Subiu outro lance de escadas e saiu pela porta atrás do balcão, no que foi cumprimentado pelo atendente magro e alto, que bebia sangue de uma garrafa discretamente enquanto o lugar ainda não estava cheio.
- Sabe para onde o Hyde foi?
- Ele ficou aqui um pouco... bebeu umas duas garrafas. - o atendente apontou para a garrafa de sangue - Depois saiu sem dizer absolutamente nada.
Sakura já estava perdendo a paciência. Agradeceu ao jovem e saiu rapidamente do bar, misturando-se às pessoas que andavam na calçada.
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- O que você está fazendo aí?
Tetsu tirou os olhos da televisão e mirou o moreno que se aproximava, saltando por cima de todas as coisas que estavam espalhadas pelo chão da sala. Continuou no sofá, totalmente largado, sem vontade de fazer nada.
- Não vamos sair hoje? - o maior insistiu, conseguindo chegar até o ruivo - Tire essa roupa velha, já são oito da noite, temos que ir.
- Hoje eu não estou com vontade.
- Como assim? Nós TEMOS que ir, é o que fazemos da vida...
- Por isso que já estamos no terceiro aviso de despejo, Ken-chan.
Ken se sentou ao lado dele, e mirou a sala totalmente revirada. Aquele lugar mais parecia um chiqueiro do que uma casa. - Sabe que eu vou tentar arrumar outro emprego. Não pedi para ser demitido do restaurante. - tirou um isqueiro e um cigarro do bolso - Eu sei que é difícil, precisar trabalhar durante o dia todo e depois sair pra caçar essas aberrações à noite... mas é o que fazemos. - colocou o cigarro na boca e se preparava para acendê-lo quando Tetsu o pegou, atirou-o no chão, e depois pisou em cima. - Tetsu!
- O que nós conseguimos com isso? Eu posso estar sendo ingrato, mas eu não vejo como nós podemos fazer alguma coisa.
- Nós precisamos tentar dar um jeito nessas coisas.
- Por quê?
- Tet, por acaso você tá naquela tal de... TPM? Porque nós sabemos que eles existem, esses vampiros malditos. Me responda, você ainda consegue dormir tranqüilo sabendo que esses vermes estão pelas ruas matando as pessoas? Assim você não está sendo ingrato comigo, que te acolhi, e sim com os seus pais, que serviram de refeição pra um desses monstros!
O ruivo se levantou e saiu da sala, em silêncio. Ken revirou os olhos e o seguiu, encontrando-o em seu quarto, apoiado no parapeito da janela.
- Escuta, Tet... - o Kitamura pegou outro cigarro e o acendeu - É difícil sim... não temos recursos bons e não ganhamos nada... Mas ainda podemos fazer alguma coisa. Não acha que os seus pais, e também os meus... gostariam de ver o fim dos monstros que os mataram?
- Então tudo isso é por vingança?
- Ah... você acordou chato hoje, hein. É sim, por um lado. E por outro lado é pra fazer a coisa certa. Anda, eu treinei você, eu sei o que você é capaz de fazer... Eu preciso de você comigo nesse trabalho. - aproximou-se do outro e deu uma tragada - Você é o meu único amigo, não vou te deixar tendo uma crise depressiva em casa, vamos embora. Estamos sozinhos, mas estamos juntos, ne.
- Ken-chan, eu realmente não quero sair hoje.
- Assim você me magoa. - o Kitamura fingiu uma expressão chocada e colocou a mão sobre o peito - Praticamente me declarei pra você aqui, e eu ganho um "não" em troca?
- Manipulador safado... - Tetsu se rendeu e acertou um tapa na cabeça do mais alto - Então vá colocar um casaco que eu vou me vestir... Rápido, antes que eu mude de idéia e volte para o sofá.
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Hyde se deixou dominar por suas reflexões mais uma vez, no topo daquele mesmo prédio da noite anterior. Tinha plena consciência de que o Yasunori o procurava já há algum tempo, mas por alguma razão não tinha vontade de falar com ele, nem com qualquer outra criatura. Estava dividido entre ficar ali a noite toda, pensando, ou sair para se alimentar. E realmente não sabia qual das duas opções era a pior. Já estava mal na noite anterior, antes mesmo de sair com Sakura, e depois que conversou com o tal Tetsu tudo ficou pior dentro de sua cabeça. E não sabia direito o motivo. Talvez ver um ser humano com uma aura tão boa naquele lugar tivesse mesmo mexido com seus nervos.
Fechou os olhos e tentou expulsar os pensamentos confusos. Pensou seriamente na idéia de ficar ali meditando, quando ouviu passos se aproximando dali. Mal teve tempo de revirar os olhos e ouviu uma voz conhecida. Era um daqueles mensageiros... sempre aparecendo na hora mais inapropriada.
- Hyde-sama, eu...
- Eu sei que veio do gabinete do Príncipe, agora diga logo o que você quer... - sua paciência estava curta demais, pensou.
- Bom... mandaram esse aqui para o senhor...
O loiro se virou e viu que o vampiro com quem conversava segurava um homem magro pelo braço, como que impedindo-o de fugir ou algo do gênero. Só não bufou para não parecer infantil. Era mais uma daquelas crianças... Nunca iria entender por que as criavam, se não tinham tempo para ensiná-las. Dispensou o mensageiro com um simples olhar, e o outro ficou ali parado. Era magro demais, de uma altura pouco maior que a sua, e usava roupas sociais simples, sujas de sangue.
- Qual é o seu nome? - perguntou, e quando viu que o outro não queria responder, a pouca paciência que tinha foi se esvaindo. - Tudo bem, não importa. Eu não vou perder o meu tempo te ensinando como ser um vampiro, então só escute o que eu vou dizer. Tudo o que você precisa saber agora é que, sendo um imortal e morando nessa cidade, você serve à seita da Camarilla. E tudo o que você precisa saber é que não podemos deixar os humanos terem conhecimento da nossa existência, por mais que isso seja injusto, entendeu?
- Sim... - o outro resmungou, trêmulo por algum motivo. Hyde olhou para ele com mais atenção, e de repente sentiu o pouco sangue que tinha no corpo ferver.
- Você não tem o sangue do meu clã... não tem sangue Lasombra... Por que te mandaram pra mim?
- Eu não sei, eu nem sei mais o que está acontecendo...
- Quem foi que te Abraçou? - tornou a perguntar, vendo que aquele ser parecia realmente desorientado.
- Quê?
- Quem te transformou num vampiro? - o novato hesitou em responder, então Hyde sentiu aquele último fiozinho de paciência escorregar para longe. Andou até ele e pegou-o pela gola da camisa branca e ensangüentada - Quem foi?
- Era um cara que conversava comigo num bar...
- Eu quero o nome. - talvez fosse a fome, ou alguma força incrível que estava deixando o loiro tão irritado, mas estava a ponto de jogar aquele homem do alto do prédio, e sabia muito bem que ele iria se machucar de verdade quando chegasse lá embaixo.
- Eu não sei se... - Hyde o encarou com ferocidade, e então ele resolveu reformular a resposta - Era um tal de... Gackt... algo parecido com isso...
Um momento. Hyde precisou de um momento, fechou os olhos e contou até três. Já estava de mau humor e não sabia o motivo, e agora isso... Simplesmente segurou o novato pelo braço, correu e saltou para o prédio vizinho. Se existia alguém com o poder de estragar a sua noite completamente, era Gackt, o assistente do Príncipe. Apenas a menção do nome daquele homem o frustrava.
De repente percebeu que o outro estava realmente assustado. Sorriu. Aquele homem provavelmente nunca tinha passado pela experiência de pular de um prédio a outro daquela maneira. Segurou com mais firmeza o braço dele, continuando seu percurso, e a cada salto que dava, aquele homem gritava desesperado. A sorte era que Hyde era veloz, ou as pessoas lá embaixo teriam muita história para contar.
Ia em direção a um dos prédios mais altos da cidade, o exato prédio que servia de "quartel general" para o Príncipe de Tokyo, o vampiro que mantinha o domínio sobre a cidade. Tinha algum respeito pelo dito Príncipe, mas nunca conseguiu ter consideração alguma por aquele assistente que o homem tinha arrumado. Ele parecia ter como objetivo infernizar a sua vida, de qualquer forma que fosse, e agora mandava uma criança do próprio clã para que ensinasse. Era a gota que faltava.
Chegou ao prédio vizinho daquele, e o novato agora estava num silêncio mortal. Continuou segurando-o pelo braço daquele jeito desconfortável, sem se importar muito, e olhou para baixo. Havia uma grande caçamba de lixo lá, no beco, forrada de sacolas. Observou bem o movimento ao redor, e quando teve certeza absoluta de que ninguém veria, simplesmente empurrou o homem do prédio,e ele gritou e caiu bem no meio do lixo, de forma precisa. Jogou-se logo depois, caindo em pé logo ao lado da caçamba de lixo, da qual aquele homem saía com alguma dificuldade. Ele já tinha entendido que deveria seguí-lo, então era uma preocupação a
menos.
- Não quer mais saber o meu nome? - ele perguntou, passando as mãos pela camisa ensangüentada.
- Não. - Hyde respondeu, simplesmente, e observou a situação do outro - Isso foi o Gackt, ou você realmente não sabe como morder alguém? - apontou para as roupas dele, sem paciência alguma. Como ele não respondia, o agarrou pelo pano da camisa e foi arrastando-o para a rua fora daquele beco, andando a passos rápidos até a entrada do prédio grande e imponente.
Pouco se importava se as pessoas que passavam olhavam assustadas para o novato, o problema seria do maldito assistente do Príncipe. Os dois brutamontes que ficavam prostrados na entrada não fizeram perguntas ao vê-lo entrar, pois há o conheciam de longa data, e simplesmente o observaram enquanto andava até a escadaria. Os chamados da recepcionista lá embaixo não o fizeram voltar, já estava alcançando o segundo andar, arrastando o outro atrás de si. Não demorou muito para atingir os últimos andares com sua velocidade, dispensando o elevador, e quando chegou àquele que queria, arrastou o novato mais um pouco até uma grande e porta de madeira trabalhada. Aquele homem agora estava oficialmente acabado, depois daquela subida.
Pensou em bater na porta, mas refletiu mais um pouco. Abriu-a sem cerimônia, pegando o novato pelo braço e enfiando-o à força dentro daquela sala, à frente de um certo homem que falava ao telefone. Entrou e fechou a porta atrás de si, e a expressão no rosto daquele ser foi um misto de susto e indignação. Ele desligou o telefone e se levantou, arrumando o terno cinzento no corpo. Gackt era o típico idiota que pensava ser um figurão, na opinião do loiro.
- Takarai-san, posso perguntar o que fez você invadir o meu escritório desse jeito? - ele perguntou, cruzando os braços, com um sorriso irritante no rosto.
- E eu posso perguntar o que fez você mandar uma criança do seu clã pra mim? - Hyde retrucou, sério, apontando o outro com um gesto de cabeça - Você não sabe mais o que fazer pra me irritar.
- Não, eu realmente achei que você seria um bom tutor, enquanto eu estivesse ocupado demais para dar alguma atenção a ele.
- Ocupado demais com o quê? Servindo de piada para toda a sociedade vampírica? - Hyde deu um sorriso irônico. Normalmente não diria tais coisas para alguém, mas aquele ser fazia com que saísse do sério - Anda ocupado se escondendo na sombra do Príncipe? Aliás, quem foi que te deu permissão pra Abraçar um humano? Porque eu duvido que tenha sido ele...
- Não foi ele, foi um outro ancião. - disse Gackt, parecendo um tanto irritado agora - Como se eu precisasse te dar satisfações do que eu faço ou não faço, como se você fosse superior...
- E agora vai me dizer que você é superior? - o loiro assumiu uma expressão de leve surpresa, e então levou uma das mãos aos cabelos, numa atuação extremamente sarcástica - Eu não sabia disso, me desculpe mesmo, senhor. - frizou bem a última palavra, virou as costas e foi saindo da sala, quando ouviu mais uma vez a voz do mais alto.
- Você devia ter mais cuidado... Quero ver toda essa sua valentia no dia em que não tiver mais os seus "amigos" com você. - ele disse num tom duro, e pegou um chapéu cinzento que estava sobre sua mesa, tencionando colocá-lo sobre os cabelos curtos e castanhos.
- Por acaso você está enxergando o Sakura em algum lugar? Se quiser provar alguma coisa, eu estou aqui sozinho. - viu Gackt sorrir quando se virou para ele novamente, e sentiu uma vontade muito grande de socá-lo - Não sou eu que me escondo debaixo das asas do Príncipe. Você é uma vergonha para o seu próprio clã, Gakuto... não entendo como os anciões Ventrue podem ter deixado você encarregado de um novato. Boa noite, eu nem sei por que estou aqui perdendo o meu tempo com você.
Saiu rapidamente, ouvindo apenas os protestos ininteligíveis do outro, e fechou a porta novamente. Devia estar ficando louco. Havia acabado de perder uma meia hora de sua noite, discutindo com Gackt. Era melhor procurar o Yasunori e focar sua mente em algo que não o deixasse confuso, ou acabaria voltando naquela sala e atrofiando o rosto daquele homem. Suspirou pesadamente antes de resolver andar mais uma vez, e só então notou que uma figura vestida de preto o observava da beira da escadaria.
Reconheceu logo aquela silhueta que se aproximava, usando uma capa longa até os pés, uma corrente de prata no pescoço, com um capuz gigantesco sobre a cabeça. Sorriu pouco antes do outro vampiro tirar aquele capuz e mostrar seu rosto branco, seus olhos pretos, e seu cabelo louro e curto, totalmente espetado.
- Há quanto tempo você estava aí, Yukihiro...?
- O suficiente pra saber que você não está no seu juízo perfeito hoje. - respondeu o outro, puxando-o de leve pelo ombro para que fossem até o elevador. - Notei que até usou as escadas para subir até aqui...
- Eu não estava com paciência pra esperar essa porcaria de elevador. - e ditas essas palavras, os dois entraram num dos grandes elevadores do prédio.
- Pelo visto você não está com paciência pra nada hoje. - Yukihiro disse, examinando o outro minuciosamente com os olhos enquanto desciam - Brigou com o Sakura?
- Não exatamente. Mas brigar com o Sakura já se tornou rotina, é bobeira eu me preocupar com isso. Eu só estou de mau humor.
- Entendo. Refletindo sobre sua não-vida, novamente.
- Pare com isso... às vezes parece que você está lendo a minha mente.
- Eu não preciso desse tipo de coisa com você, Haido. Uma convivência de um século faz isso por si só. Aconteceu alguma coisa ontem?
Hyde olhou para o amigo por um momento antes de responder - É... pode-se dizer que sim.
Quando perceberam, o elevador chegou ao seu destino. Então foram andando, passando pela recepcionista que parecia irritada, e deixaram o prédio sob os olhares dos seguranças da porta.
- Você só pode ter piedade dos humanos certos, meu amigo. - disse o Awaji, depois de mais um bom tempo em silêncio, deixando o menor num estado de aturdimento fora do natural - Mas... na verdade eu estava precisando muito falar com você.
- Não me diga que eu ter que cuidar da criança do Gackt é um trabalho...
- Não, calma. - Yukihiro riu brevemente, e puxou a capa mais para junto do corpo enquanto andavam pela calçada, agora em meio a muitas pessoas. Começou a falar mais baixo. - Você nem deveria perder a compostura com aquele imbecil, é só uma questão de tempo até ele ser jogado na rua com os ratos. E então os rebeldes que ele tanto abomina vão cair aos montes em cima dele, quero ver o que ele vai fazer a respeito.
- Ele e o Sakura... sempre menosprezando os Brujah...
- Não se pode fazer nada. Meu próprio clã os subestima. Mas... voltando... ou começando... o assunto.
- Pode falar, Yuki. - os dois praticamente sussurravam em meio a multidão de pessoas.
- Você sabe que existem inimigos da seita aqui na cidade, escondidos. Foi descoberto um possível local de reuniões, onde eles vão provavelmente uma vez a cada quinzena.
- Um lugar cheio de integrantes... da seita do Sabá? Onde isso?
- Não muito longe daqui. Agora estamos indo até lá, Hyde. Mas não vamos fazer nada, só vamos ter certeza das informações. Foi uma tarefa que o Príncipe me passou, por isso eu estava lá no prédio. Eu tenho permissão para levar dois vampiros comigo.
- Dois... Eu e?
- Ele. - Yuki apontou para a porta de um bar próximo, onde estava parado um Sakura com cara de poucos amigos. Hyde pensou estar um tanto encrencado quando se aproximaram do Yasunori, e ele o encarou daquele jeito que indicava não ser apropriado discutir. Os três andaram um pouco mais, em silêncio, até que passaram por um prédio velho, que possuía uma passagem estreita ao lado, levando à outra rua. Sakura pegou o Takarai pelo braço e o puxou para dentro daquele quase beco, e esperou até que o Awaji parasse ali também.
- Por que você sumiu assim? - o Yasunori quase gritou - Eu estou ficando cheio disso, parece que você não confia mais em mim!
- Ah não, eu pensei que íamos parar pra discutir o que fazer. - Yukihiro interrompeu, colocando-se entre os dois - Deixem pra resolver isso em casa.
Sakura bufou de raiva, mas continuou andando por aquela passagem, sendo seguido pelos outros dois. Foram até a outra rua, e o Awaji tomou a dianteira, entrando num beco atrás do outro, cortando caminho por entre os labirintos intrincados da cidade. Logo os três chegaram à frente de um muro muito alto, e Hyde foi o primeiro a saltar para cima dele. Ficou semi-oculto pelas sombras dos prédios, e assim podia ver tudo à frente.
Era quase como uma grande clareira no meio da cidade, circundada por um complexo de edifícios. Ouviu a confirmação de Yukihiro. Aquele era o lugar. Mas não havia ninguém ali. Logo Sakura também saltou para o lado dele, e apenas o Awaji permaneceu lá embaixo, como um cão de guarda. Silêncio. Não se ouvia nada além dos sons normais da cidade. Nenhuma alma, viva ou morta, ali naquele local.
- Devemos ir embora... - disse o Takarai, sentindo um arrepio por algum motivo.
- Mas eles podem simplesmente não ter chegado ainda. - contrapôs o Yasunori.
- Eu acho que o Hyde tem razão... vamos indo. - disse o Awaji, e apenas um segundo depois eles ouviram um ruído. Voltaram a olhar na direção daquele espaço vazio, mas agora havia um homem lá. Em pé, bem no meio do círculo.
- Yuki...
Yukihiro também saltou para cima do muro ao ouvir o chamado do loiro, e precisou olhar duas vezes para ter certeza do que era. Com certeza era o homem mais grotesco que já havia visto na vida, com o rosto totalmente desfigurado e mãos compridas demais. Atrás dele surgiam mais dez vampiros, vestidos de negro como ele, mas de aparência normal. O vampiro desfigurado sorriu, e os três em cima do muro, puderam ver uma infinidade de pequenos dentes afiados.
- Isso não foi uma boa idéia... - Sakura murmurou, sem tirar os olhos daquela figura.
- Essa porcaria toda foi uma emboscada...
- É melhor nós pensarmos rápido, porque não vai dar pra fugir deles. - assim que Hyde terminou a frase, todos aqueles vampiros mostraram duas pistolas em cada mão. Tentou pensar em alguma coisa, mas notou um outro detalhe. Lá longe, do outro lado daquele círculo, atrás de todos aqueles vampiros, havia dois jovens escondidos. Tinha a visão suficientemente boa para notar os cabelos curtos e avermelhados de um deles, que segurava um fuzil. Sentiu o corpo paralizar momentaneamente quando constatou que conhecia aquele jovem.
~continua~

ihhhhhhhhhhhh
suspense...o que será q vai aconter? O.o
to mt curiosa pra saber o q vai rolar
continua tasha^^
tá ótima e ñ demora >.<

waaaaa!!! q fic legal!!! adoooooro vampiros!!!
mto bom toshinha!!! como sempre tuas fics saum as melhores!!! naum demora p o proximo cap!!!! *morta d curiosidade*
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Vote Agora!
Where do you want JRR to go next? (VER. 2.0)
http://www.jrockrevolution.com

Toshinhaaaa!!!
Tá mt legal!!!
Não demora!!! Por favor!!!!!!!

Ahhhh tashaaa!!!
Tá muito boa sua fic!
Oq será que vai acontecer? To curiosaa!!
Continuaa logoo!!
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♥ נιуυυ иι мαυ иσ ѕα му нєαят ∂яαωѕ тнє ∂яєαм
σн σяιтαтѕυ кαиαтα ∂є мє ωσ αкєтαяα... ♥


nossaaaaaaaaaaaaa muito boa essa fic *O*~~
"Tet, por acaso você tá naquela tal de... TPM? "
WFT? AHSHGYGAYHUAHAHAHOA.
muito bommmmm *-*

yoooooooo ~~~~~* muito perfeito eu amo vampiro @.@ hohohohoho
naum demoreeeeee o/
byeeee

simmais uma vez eu repito ....... isso q e "prender a atenção"
muito boa a fic.....adoro vampirooooooooooooooos....
ñ demora pra postar ou terei um infarto..... ^_^"(*pouco dramatica*)

nossa boa mesmo..quando o muleq falou o nome do gackt...ficou surpreso
quero logo ver o que vai acontecer vai...indo pra 3 srsr

Muito bom esse capitulo tb ..!!!!!
o Ken como sempre engraçado !!!!