personagem

Login

Comentários recentes




WHAT'S IN - Janeiro 2007 (hyde)

Enviado por Nasake em 28 Fevereiro, 2007 - 13:50.

WHAT'S IN - Janeiro 2007 (ken)
WHAT'S IN - Janeiro 2007 (tetsu)

WHAT'S IN - Janeiro 2007 (yukihiro)

Créditos @ Eleonora (The Ark)

Entrevistador(a): Três horas e meia que passaram num piscar de olhos.
Hyde: Muito obrigado.
E: Vocês conseguiram criar um tipo de som que vai influênciar a futura geração de shows no Dome.
H: Todos me dizem isso (risos).
E: Os preparamentos devem ter sido dificeis?
H: Na verdade durou mais ou menos duas semanas. Como foco, nós queriamos fazer um menú que não poderia ser visto nos shows normais. Minha idéia, de inicio, era organizar em quatro partes, eu queria um show de quatro periodos. Já que era um aniversário, deveria ter muitas coisas especiais no show.
E: A roupa do inicio do dia 2, gravata vermelha e chapéu, foi a mesma do dia 1?
H: Não, aquela mesma roupa foi só no terceiro bloco. Para todos que eu disse isso, eu queria fazer a mesma atmosféra daquela época, quando você olhasse para os outros membros, eles não aceitariam isso (risos), "De jeito nenhum que eu visto isso!", esse tipo de coisa. Eu olhei várias revistas daquele tempo. Eram bem simples, as roupas daquela época. Havia muitas gravatas e camisetas. No panfleto do HEAVENLY, por exemplo, a camiseta era a melhor peça. Eu queria tentar imitar aquela época no segundo dia. No segundo bloco, a roupa lembrava o 1999 GRAND CROSS TOUR, Ken estava perfeito, mas o Yukki eu achei que estava diferente (risos). Eu tinha a roupa inteira do 1999 GRAND CROSS TOUR. Exatamente as mesmas calças.
E: Essa coisa da roupa é interessante, fez crescer o poder do canto.
H: Eu pratiquei bastante o canto. Sobre os ensaios, até agora, quando eu me preparava eu me economizava muito. Dessa vez eu cantei seriamente em cada dia do preparamento. Eu queria estar ainda melhor para o show. Especialmente com o L'Arc, há tantas músicas que são dificeis de cantar em termo de força, de fato se você cantar seriamente só há músicas dificeis com o L'Arc. Até agora, eu não conseguia mostrar muita força psicológica, por que ao vivo eu fico me movendo no palco. Mas no ensaio, trabalhando duro, no fim eu consegui. Falando em extremo, cada dia de ensaio era como o show em si. A diferença é que no ensaio o estado da sua mente é completamente diferente do show de verdade. Quando o primeiro dia acabou, por mais que eu estava sério no ensaio, no final das contas minha garganta estava arranhada. Eu me perguntei se no dia seguinte eu estaria bem.
E: Assim mesmo, você mostrou um vocal incrível.
H: Desde do 1999 GRAND CROSS TOUR, depois de muito tempo, eu usei um monitor de ouvido para cantar, então eu pude cantar em serenidade. Talvez por causa disso, eu fui capaz de olhar no rosto da audiência e todos pareciam felizes, foi muito contagiante, então eu acabei sorrindo também.
E: Até o MC foi muito interessante.
H: "Eu sou um fã desde da escola primária". Mas, nós não temos uma imagem mostrando quanto tempo passou. É como se crianças viracem adultos. Mas na verdade é um fato. Eu me senti sem graça.
E: Alguma mudança entre o dia 1 e o dia 2?
H: Eu queria diminuir o tempo desnecessário, enquanto prestava atenção ás necessidades dos outros. Por exemplo, não era só eu trocando a roupa, então "Todos se troquem rápido!".
E: Qual era a imagem de cada bloco?
H: O primeiro bloco era o periodo do Sakura. Então, no segundo bloco era o século XX por causa da presença do Yukki. Quando você vai a um show comum, você tem esse sentimento de origem. Então o terceiro bloco era a época Indie. O último era o século XXI.
E: Antes de metropolis, eu ri com o MC "Até os seus maridos são bem pervertidos". A escolha dessa música foi influência por enquete dos fãs?
H: Tanto metropolis quanto winter fall tiveram uma posição alta no ranking. Mas apesar de metropolis ser somente uma música que veio junto com o single de winer fall, teve um posição mais alta do que winter fall. Então eu pensei, "Não é que ela ficou numa posição melhor por causa da letra pervertida?" (risos).
E: Assim mesmo, uma produção tão complicada foi feita magnificamente.
H: Normalmente nos nossos shows colocam stresse na perfomance, o som, e ás vezes o humor fica ruim. Mas dessa vez, você pode dizer que realmente tocamos para os fãs, não foi só a mudança de roupas, nós queriamos um show com um sentimento que fizesse todos felizes, mais do que um bom sentimento, nós fizemos um show para faze-los felizes. Essa vontade era maior do que o de costume.
E: E o terceiro bloco?
H: Eu pensei em querer ter um "Lugar Indie". Na verdade, eu pensei em fazer como se no Tokyo Dome estivesse o Namba Rockets alí.
E: Eu adoraria ter visto isso (risos).
H: Eu com certeza não podia (risos).
E: Qual foi a senssação de ver os rostos dos fãs?
H: Sorrindo. Todos pareciam felizes.
E: Naquele momento, parecia 15 anos?
H: Nem um pouco. De qualquer jeito, quando eu cantei Voice, sem saber por que eu tive vontade de chorar.
E: Talvez alguma memória antiga?
H: Eu pensei sobre isso, mas não entendi porque. Estranhamente eu me senti com vontade de chorar, eu fiz o meu melhor pra segurar. Obviamente, alguma coisa aconteceu. Fazia dez anos que eu não cantava essa música.
E: Então, no quarto bloco, eu especialmente gostei de Jojoushi. Acho que foi uma música muito dificil de tocar no Dome.
H: Você acha? Eu gostar de cantar ela.
E: E a música nova?
H: O te-chan disse, "Eu quero muito colocar uma música nova". Lógico que, num show em que revivemos o passado, fazer uma música nova era novidade, mas quanto o te-chan disse isso, eu achei legal, de qualquer maneira, não há uma letra fixa. Eu queria fazer antes do show, então eu escrevi durante os ensaios. Mas eu não fiz o nome ainda.
E: A última música foi Niji, mas no segundo dia, como foi?
H: ???...uma emoção muito profunda, como eu disse no MC, eu não tinha muito certeza que tantas pessoas viriam num lugar tão grande. Enquanto eu dizia isso, eu senti um sentimento de muito gratidão. Eu disse, "Obrigado" e cantei dando o meu melhor, me sentindo muito gratificado.
E: Falando nisso, antes disso, a experiência com sua carreira solo teve algum influência nesse show?
H: Eu não sei se teve em algum lugar, mas na hora que eu segurei a guitarria eu me senti no comando (risos).
E: Hahahaha (risos).
H: "Ah, lá vem-!", esse tipo de coisa (risos). Quando eu estou sem a guitarra, eu não sei o que segurar com minhas mãos, então eu peço por roupas com bolsos, para que eu possa por as mãos.
E: Você trabalha duro até como guitarrista, não é?
H: Quando eu estava fazendo a edição do DVD solo eu me cansei das minhas próprias imperfeições. Ouvindo com desaprovação eu pensei "Sou horrivel". Foi irritante. Por mais que eu tenha trabalhado duro, eu não consegui. "Sou horrivel", e fiquei nervoso. Dessa vez eu dei o meu melhor no ensaio. Se eu não consegui no show solo, não quer dizer que eu não ia conseguir com esse show. Então eu decidi estudar num ambiente novo. Quando você está no telhado, há muitos coisas que você pode olhar. Uma vez que eu desci de lá, eu entendi "isso é bom, isso é ruim". Então num ambiente novo, eu fiz esse show.


( Categorias: )
© Larc4ever 2006 - Alguns direitos reservados