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WHAT'S IN - Janeiro 2007 (ken)

Enviado por Nasake em 30 Abril, 2007 - 18:35.

WHAT'S IN - Janeiro 2007 (hyde)
WHAT'S IN - Janeiro 2007 (tetsu)

WHAT'S IN - Janeiro 2007 (yukihiro)

Créditos @ Eleonora (The Ark)

Entrevistador(a): Como foi encontrar os outros membros depois de algum tempo e tocar junto com eles?
Ken: Nós nos encontramos pela primeira depois de quase um ano pra tocarem juntos, mas também para negócios, encontros, ensaio, eu acho que eles são pessoas agradáveis. Todos são músicos. Nossas personalidades são definitivamente amadurecidas. Mas, ao mesmo tempo, nós temos um senso de responsabilidade em consideração ao instrumento de cada um, tocar/produzir com essas atitudes leva o típico para um nível mais alto. Além do mais, é bom que não tenha nada irritante.
E: É por que todos têm talento para poupar, é isso?
K: Não acho que é uma questão de talento, no meu caso. Eu sei para onde eu quero ir e foco nisso.
E: Teve alguma coisa que você destacou sobre a apresentação?
K:Eu acho que tudo estava OK por que as idéias vieram pensando nos fãs. Se colocando no lugar deles tudo meio que se encaixou. Também eu acho que dessa vez o palco foi influenciado pelo o que eu senti na tour do ano passado e nos shows do Tokyo Dome.
E: Você quer dizer, pelo o que você sentiu?
K: Eu pratiquei muito, eu estava muito agradecido com quem foi nos ver, se eu tocar com toda minha habilidade vai ser bom, por que eles vão escutar.
E: Ensaio, mais ou menos quando começou?
K: Quase no inicio de novembro.
E: Pra começar, você entrou em algum plano de exercício psicológico?
K: Acho que cada um de nós tinha um plano de exercício psicológico. Para mim, de inicio eu estava miserável por ter de ficar em pé por três horas. Então eu comecei a praticar a tocar a guitarra em pé. De qualquer jeito, quando eu toquei guitarra para o meu trabalho solo eu tinha praticado plenamente, então foi muito divertido, ser capaz de ser igual a todos, foi tipo "yay". Nunca ouve a chance de se tocar essas músicas antigas, então cada uma para mim foi divertida.
E: All Dead foi um pedido seu, certo?
K: Basicamente essa música quase nunca foi tocada ao vivo, então eu queria muito. Foi por isso que eu estava tão feliz. Nem estava na enquete dos fãs. Já tinha uma outra música, My Dear, então essa ia ser dispensada. Então no lugar decidimos colocar a música que eu pedi. Por que as músicas escolhidas pelos membros foram descartadas, eu tive medo que All Dead fosse cancelada também, mas foi salva. (risos).
E: Sobre esse show no Tokyo Dome, qual era a intenção por trás da enquete das músicas?
K: As músicas que os fãs queriam ouvir, as músicas que seriam legais para o L'Arc tocar ao vivo no Dome, o resultado foi variado e total. Vendo a enquete, com aquele resultado, eu pensei "como assim?!" e escolher ficou difícil.
E: Qual a impressão que você teve nessa enquete?
K: Eles são maníacos (risos). Mesmo se eles escolhessem coisas diferentes nós tínhamos que tocar músicas clássicas, ou isso era real, eu não sei. [nt: essa frase ficou estranha no final, eu sei. Só que eu não entendi o que a tradutora inglês/português quis dizer. gomem.]
E: Até as músicas antigas pareciam novas.
K: Para mim também, eu pude tocá-las sem sentir nem um pingo de antiguidade. Isso me fez feliz. Até mesmo há três anos trás poderia parecer antigo. Para mim foi mais do que um sentimento de fazer uma "reapresentação".
E: O L'Arc~en~Ciel nos palcos depois de quase um ano, vocês tocaram mais de 30 músicas e também fizeram um medley (L'Arc~en~Ciel PARADE), deve ter sido bem complicado.
K: A coisa mais difícil foi lembrar. A capacidade da minha mente está cheia. Eu sentia como se eu tentasse memorizar de algo, alguma coisa ia sair pelo outro lado.
E: Eu achei que até a ênfase do vocal para cada música estava mais forte.
K: É por que dessa vez a voz do Hyde estava linda. Até o alcance, durante o show, estava ótimo. Em termos mecânicos, antes o Hyde não usava o monitor de ouvido, e isso causava um atraso. Dessa vez ele pode cantar escutando diretamente e por causa disso ele podia se concentrar, e provavelmente a percepção que ele tinha da sua própria voz fez uma performance muito boa.
E: Dessa vez vocês fizeram um show baseado no espaço aéreo do Dome, como foi?
K: Eu estava feliz porque mentalmente poderíamos chegar próximo dos fãs. Antes, já que era o Dome, o acústico era ruim, a distância era muito grande, eu sempre me senti duvidoso sobre o alcance, e essa foi minha sensação no último show lá, dessa vez eu não tive dúvida nenhuma. Apesar de ser um lugar ruim para se tocar, "vai ser legal, vamos poder celebrar junto com tantas pessoas!".
E: Era essa sua opinião?
K: Foi o primeiro sentimento que tive quando dei o primeiro passo no palco do Dome para os ensaios. Antes a distância era como ver uma estrada, que ia até o horizonte, mas dessa vez eu senti que a distância foi vencida facilmente. Além do mais, assim que foi terminada a discussão sobre mudar tanto o sistema posição do público e a produção, eu achei que o som veio muito bom e isso me fez muito feliz.
E: Pessoalmente eu achei que a atmosfera estava cheia de amor, como foi o ensaio?
K: Os membros, o staff, as pessoas que vieram nos ver, todos, foi uma mistura heterogênea de sentimentos.
E: Também teve o Hyde-san cantando Parabéns para você.
K: No dia anterior nós celebramos o aniversário do Yukki, não foi? Antes do show eu pensei sobre isso, "Vai ter pro Ken-chan também?". "Quando aparecer o bolo, eu tenho que fazer uma cara de que eu sabia, como se tivesse esperando por isso, se eu fingir que não estou nem aí eles ficariam tristes". (risos) Mas depois que o show começou eu me esqueci completamente disso. No final, quando o Hyde disse "Uma música que eu gosto", eu pensei que ele ia começar a falar, mas o Parabéns começou. A introdução da música que viria depois era por minha conta então eu estava totalmente concentrado nisso e de repente veio o bolo. "Como assim, isso agora?" (risos). Eu não sou bom nessas coisas. Eu pensei que fosse chorar, mas tudo acabou sem nenhuma lágrima.
E: Eu estava me perguntando, qual foi o gosto do bolo comido com seu nariz?
K: Na verdade eu queria passar o dedo, mas eu tinha que tocar guitarra, então molhar meus dedos seria ruim e eles escorregariam. Mas eles não me deixariam comer depois do show [nt: por que não?! que malvados... (aquela que adora bolos)], então eu pensei de experimentar com minha boca, mas quando eu fui morder acabei sujando o nariz. Mas estava ótimo. E também eu achei legal que o bolo tinha o mesmo formato da guitarra que eu estava segurando.
E: Há alguma coisa que ficou clara para você nesse show no Tokyo Dome?
K: Eu senti que ainda há muitas coisas que eu quero fazer com esta banda. Dessa vez eu troquei o amplificador e com essa nova qualidade de tom eu acho que posso me divertir ainda mais com o L'Arc~en~Ciel.
E: Por que você mudou de amplificador?
K: Para deixar no baixo um registro baixo, eu queria ter mais direções. Eu queria aumentar as direções preenchendo o espaço. Além do mais, era um bom vetor, eu queria prolongar esse marcador. [nt: esses termos técnicos me matam, me desculpe se parece confuso]
E: Há algo que ficou claro sobre esses 15 anos?
K: "Se você não tentar ir em frente, você não vai entender", essa é uma resposta obvia. E eu estava feliz de poder sentir isso. De um lado nós conseguimos chegar tão longe porque havia essa vontade dos membros, de outro nós conseguimos tanto porque havia pessoas nos ajudando. Mesmo se você quer ir em frente, mas o ambiente não é bom, é impossível. (risos) Provavelmente foi graças a esse bom balanço.
E: No próximo ano haverá uma tour de Junho até Agosto, que tipo de tour vocês querem fazer?
K: Eu acho que gostaria de ter algumas partes flexíveis. Eu gostaria de aproveitar essas. Além do mais, eu quero inserir partes de sentimentos fáceis.


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